Duas operações rodando (GeraVolts e Evolt), uma terceira nascendo em São Paulo (Energy Power) e uma visão de plataforma que pode redefinir o mercado de energia solar. O raio-X mostrou com clareza onde está o 80/20 de vocês agora: canal de aquisição. Este é o mapa completo.
"Dos mentorados que eu tenho conversado, a ideia de vocês é a melhor que me apresentaram até agora em potencial de escala e solução de dor do mercado. A única questão é aquisição. Na hora que vocês acertarem a aquisição, sinal verde pra botar essa ferramenta pra rodar."
Os próximos 90 dias decidem se a Energy Power tem um funil que converte. Os próximos 6 meses decidem se a plataforma sai do papel com tração. Os próximos 2 anos decidem se vocês viram referência — e mentores — do mercado.
"O 80/20 de vocês agora é estruturar o canal de aquisição."
Landing page da Energy Power que carrega instantâneo · atendedor IA no WhatsApp · agente conectado no Google Ads · R$ 500–1.000 de tráfego pra comprar dados · descobrir o número mágico do funil.
"Descobriu o número, acabou o jogo. Aí você escala até o infinito."
Funil validado vira máquina: escalar verba com CAC conhecido. Em paralelo (na manha): construir o "Uber da energia solar" — a plataforma que conecta cliente, integrador e distribuidor.
"Aí a gente tá falando de um negócio de mais de R$ 10 milhões por ano."
Plataforma rodando com lucro reinvestido em tráfego · funil de mentorias e eventos ensinando o método validado · liberdade geográfica que motivou tudo isso.
Três frentes, três realidades — e um mesmo gargalo.
Evolt Renováveis (Marcelo): operação estruturada com equipe de 4 pessoas, ticket médio de R$ 60–70k, 2 a 3 fechamentos/mês, lucro líquido na casa de 20% (~R$ 12k por venda) e custo fixo mensal de ~R$ 30k. Um ano de agência de marketing + R$ 2k/mês de tráfego sem NENHUM fechamento vindo de tráfego — as vendas vêm de indicação e porta a porta. Migrou pro Google Ads há poucas semanas (R$ 500 de teste).
GeraVolts (Caio): operação enxuta, sem custo fixo — quando vende, paga nota e instalador terceirizado. 1 a 2 vendas/mês, quase tudo indicação. Região difícil (29 municípios, CEMIG barrando projetos desde 2023). Em compensação: é quem mais avançou com o robô — integração com Instagram rodando, post automático com transcrição e legenda.
Energy Power (os dois juntos): a operação nova de São Paulo. Sem funcionários por enquanto — os dois no atendimento. Atendem qualquer estado. É aqui que o plano começa.
"A maior ferida é chegar no cliente. Ideias incríveis que não sabem chegar no cliente morrem como grandes ideias — e ideias ruins que sabem chegar escalam negócios milionários."
Os sites atuais têm problemas opostos: o da GeraVolts tem atrito demais (muitos botões, muito texto — "solicite um orçamento" entrega um textão em vez de uma conversa) e o da Evolt é lento demais (10 segundos pra carregar; acima de 3 segundos a maioria desiste e volta pro Google). Nos dois casos, cada real de tráfego pago jogado nessas páginas está sendo queimado.
Estruturar o canal de aquisição da Energy Power e descobrir o número que destrava tudo.
Tudo nos próximos 90 dias serve a uma única pergunta: quanto custa adquirir um cliente pelo funil digital? Quando vocês souberem responder "preciso investir X em tráfego pra ter Y conversas e fazer 1 fechamento", o jogo muda de tentativa pra matemática.
"Na hora que vocês fizerem o primeiro fechamento vindo do funil, a gente vai ter noção dos números — e aí é o momento onde a gente escala."
Escalar o funil validado e tirar a plataforma do papel — nessa ordem.
Frente A — escalar a Energy Power. Com o CAC descoberto, a conta vira simples: se cada R$ 1.000–2.000 de tráfego devolve um fechamento de R$ 12k+ de lucro, cada real a mais é margem. O caminho do Aldo: R$ 2k → R$ 8k → R$ 15k → R$ 20k+/mês de verba, sempre validando que o número segura. Ampliar também os outros canais: indicação estruturada (comissão de R$ 1.000 por fechamento indicado é tráfego que se paga sozinho), afiliação, prospecção.
Frente B — a plataforma ("Uber da energia solar"). O Aldo foi claro: construir devagar e em paralelo, "vai na manha" — sem tirar energia da aquisição. O modelo já está bem desenhado por vocês:
"Se vocês tivessem o sistema pronto pra rodar hoje, o desafio seria exatamente o mesmo: canal de aquisição. Então vamos resolver o canal primeiro — na hora que resolver, bota o sistema pra rodar e escala verba pra caramba."
A plataforma como negócio principal — e vocês como mentores do mercado.
É a sequência que realiza o objetivo original que vocês trouxeram na call: sair da execução de obra e ganhar liberdade geográfica — palestras, mentorias, consultoria. Mas na ordem certa: primeiro o case (canal validado + plataforma rodando), depois o palco. Mentor sem case é coach; mentor com case fatura R$ 10 milhões por ano.
"Acertando isso daí, é pegar esse know-how e começar a ensinar outras pessoas. Vocês estão multimilionários. A gente tá falando de um negócio de mais de R$ 10 milhões por ano."
A lição de casa que o Aldo deixou na call, em ordem de execução.
Lembrete prático da call: não assistam gravações de aula inteiras — perguntem ao agente de vocês, que ele já foi treinado com o conteúdo e aponta o minuto exato do que interessa.
As 6 ideias da call que governam todas as decisões.
"Na realidade, vocês já vieram com o plano pronto. Eu só tô repetindo de volta pra vocês com um pouquinho mais de estrutura. Tem bastante coisa pra fazer, mas é aperto de parafuso."
Vocês chegaram com a melhor ideia do programa e duas operações que já vendem. O que falta não é talento nem visão — é um funil medido. Os próximos 90 dias resolvem isso. Travou em qualquer parafuso, levanta a mãozinha: Aldo, Mai e Cláudia estão a uma mensagem de distância.